Eczema, Psoriasis and Atopic Dermatitis are AutoImmune Diseases Enslaving People to Drugs Caused Primarily by Vaccination Intoxications that Doctors Damagingly Neglect!
Assisto ao seu trabalho com grande atenção, mas gostaria de propor uma correção historiográfica fundamental a respeito de uma citação utilizada nessa análise. Ao atribuir a frase "Uma mentira contada mil vezes torna-se verdade" a Joseph Goebbels, perpetua-se um anacronismo retórico que oculta a verdadeira e complexa genealogia desse conceito.
Goebbels nunca proferiu essa frase. Na verdade, a mecânica psicológica da saturação midiática pela repetição foi mapeada e documentada décadas antes do nascimento do ministro nazista. A raiz literária exata dessa formulação encontra-se no livro “Diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu” (1864), de Maurice Joly. Posteriormente, em 1868, o autor alemão Hermann Goedsche plagiou a obra de Joly em seu romance “Biarritz”, colocando a estratégia de "repetir sem cessar certas ideias até que as admitam como verdades" na boca de um personagem fictício (o falso "Rabino Reichhorn"). Esse texto foi editado no Brasil no livro “Os Servos do Talmud” (Editora ECO, p. 113/114).
O regime nazista não inventou essa técnica; ele apenas industrializou um método de controle social que a literatura política do século XIX já havia denunciado. Como pesquisador de destaque, trazer à tona a verdadeira arqueologia dessa frase, em vez de recorrer ao atalho retórico de Goebbels, enriquecerá o debate e blindará a precisão histórica que seu público tanto valoriza.
Atenciosamente,
Gilda T.
Notas de referência:
[1] Joly, Maurice. Dialogue aux enfers entre Machiavel et Montesquieu. Bruxelas: Imprimerie de A. Mertens et fils, 1864. (Obra satírica que descreve a subversão da imprensa pela repetição obsessiva de narrativas oficiais).
[2] Retcliffe, Sir John (Pseudônimo de Hermann Goedsche). Biarritz. Berlim: Carl Denkhaus, 1868. (Capítulo "No Cemitério Judeu de Praga", onde o discurso literário plagiado de Joly é atribuído ao personagem fictício do Rabino Reichhorn).
[3] Amaral, Luiz. Os Servos do Talmud. Rio de Janeiro: Editora ECO, p. 113-114. (Edição nacional que compila e analisa a circulação desses textos e discursos panfletários no século XIX).
I forgive you Roger. Stabbing me in the back like you did; Contributing to Sulla’s crimes and Sherri’s manslaughter as you did, I pity you. Karma awaits you.
Prezado Dr. Horowitz,
Assisto ao seu trabalho com grande atenção, mas gostaria de propor uma correção historiográfica fundamental a respeito de uma citação utilizada nessa análise. Ao atribuir a frase "Uma mentira contada mil vezes torna-se verdade" a Joseph Goebbels, perpetua-se um anacronismo retórico que oculta a verdadeira e complexa genealogia desse conceito.
Goebbels nunca proferiu essa frase. Na verdade, a mecânica psicológica da saturação midiática pela repetição foi mapeada e documentada décadas antes do nascimento do ministro nazista. A raiz literária exata dessa formulação encontra-se no livro “Diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu” (1864), de Maurice Joly. Posteriormente, em 1868, o autor alemão Hermann Goedsche plagiou a obra de Joly em seu romance “Biarritz”, colocando a estratégia de "repetir sem cessar certas ideias até que as admitam como verdades" na boca de um personagem fictício (o falso "Rabino Reichhorn"). Esse texto foi editado no Brasil no livro “Os Servos do Talmud” (Editora ECO, p. 113/114).
O regime nazista não inventou essa técnica; ele apenas industrializou um método de controle social que a literatura política do século XIX já havia denunciado. Como pesquisador de destaque, trazer à tona a verdadeira arqueologia dessa frase, em vez de recorrer ao atalho retórico de Goebbels, enriquecerá o debate e blindará a precisão histórica que seu público tanto valoriza.
Atenciosamente,
Gilda T.
Notas de referência:
[1] Joly, Maurice. Dialogue aux enfers entre Machiavel et Montesquieu. Bruxelas: Imprimerie de A. Mertens et fils, 1864. (Obra satírica que descreve a subversão da imprensa pela repetição obsessiva de narrativas oficiais).
[2] Retcliffe, Sir John (Pseudônimo de Hermann Goedsche). Biarritz. Berlim: Carl Denkhaus, 1868. (Capítulo "No Cemitério Judeu de Praga", onde o discurso literário plagiado de Joly é atribuído ao personagem fictício do Rabino Reichhorn).
[3] Amaral, Luiz. Os Servos do Talmud. Rio de Janeiro: Editora ECO, p. 113-114. (Edição nacional que compila e analisa a circulação desses textos e discursos panfletários no século XIX).
Hi Len, aloha! I’m happy to see your strong and continuous heart for healing humanity. Thanks for who you are and what you do.
May unexpected blessings and love keep coming to you and from you!
Roger
🌈🌋✌️❤️🙏
PS. I apologize for my part in any former humbug between us.
Please forgive me.🙏
Thank you.
I love you.
I forgive you Roger. Stabbing me in the back like you did; Contributing to Sulla’s crimes and Sherri’s manslaughter as you did, I pity you. Karma awaits you.